Literatura

Leônidas, o Diamante Negro

TEXTO Mario Helio

24 de Junho de 2026

Na Copa do Mundo de 1938, ele foi considerado decisivo para que a Seleção Brasileira de Futebol alcançasse a terceira colocação. Além disso, foi o artilheiro na competição, com sete gols. Talvez haja sido o primeiro futebolista brasileiro reconhecido como uma celebridade. Daí a declaração de Geraldo Romualdo da Silva, no Jornal dos Sports, em 27 de julho de 1949: “A história real do mais brilhante e do mais sensacional jogador que o futebol brasileiro já produziu: Leônidas da Silva.” 

A poucos jogadores foram dados tantos qualificativos: Homem de Borracha, Diamante Negro e Príncipe Etíope eram as alcunhas costumeiras dadas a Leônidas. Tendo ou não inventado a “bicicleta”, o fato é que isso está definitivamente associado ao seu nome. No mesmo jornal ele havia dito, alguns anos antes: “Bicicleta já foi um substantivo concreto. Hoje é o mais abstrato dos substantivos.”

O poeta Sérgio de Castro Pinto fez uma das melhores sínteses definidoras daquele craque. É o que escutamos no terceiro vídeo da série que mescla literatura e futebol. 

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