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[Álbum] Utopia

Depois de mergulhar no clima da separação, a cantora islandesa Björk lança um álbum mais "animado", como ela mesma já disse por aí

TEXTO Revista Continente

28 de Novembro de 2017

Björk e o otimismo utópico e performático do seu novo trabalho

Björk e o otimismo utópico e performático do seu novo trabalho

FOTO DIVULGAÇÃO

Observando o cenário musical mainstream e underground – se é que ainda é cabível usar esses termos –, a cantora islandesa Björk segue sendo uma das artistas com mais apelo visual e notável originalidade sonora. Este mês, a artista retornou com seu Utopia, álbum que entra em controvérsia com o antecessor, Vulnicura (2015), uma vez que o anterior retratava as questões do seu divórcio, enquanto o atual, segundo a própria, explora um lado mais “animado”. Nele, Björk mostra-se mais otimista, referindo-se ao trabalho em entrevistas (como para a Folha de São Paulo) como um recomeço, “uma receita”, diante de eventos ruins – citando, por exemplo, a eleição de Donald Trump. Compositora e co-produtora do novo álbum, estruturou sozinha as 14 músicas do Utopia, disponível nas plataformas de streaming.

Dois vídeos do projeto também já foram lançados:

 

 

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