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[Álbum] Peji

Em seu primeiro disco, o percussionista Gilu Amaral revela sua múltipla experiência musical e ancestralidade

TEXTO Revista Continente

01 de Agosto de 2018

O músico e compositor Gilú Amaral

O músico e compositor Gilú Amaral

Fotografia Quem tá na cena/Divulgação

Já está disponível em todas as plataformas digitais (incluindo Youtube - ouvir abaixo) o disco Peji, primeiro álbum solo do percussionista pernambucano Gilú Amaral. O músico, compositor e criador da banda Orquestra Contemporânea de Olinda lançou em junho o álbum, resultado de um processo criativo de cinco anos que revela a experiência musical e plural do artista. Embora a percussão seja o elemento central do disco, as canções apresentam diversidade sonora a partir da presença da viola distorcida e do baixo, e de parcerias com músicos como Juliano Holanda, Hugo Linns, Hugo Gila e Mavi Pugliese. Peji traz dez faixas, cinco instrumentais e cinco cantadas, e representa a ligação entre os instrumentos de percussão e a ancestralidade e espiritualidade de Gilú, não apenas no próprio nome do álbum – a palavra de origem nagô Peji significa santuário, lugar onde as imagens dos santos e orixás são cultuadas –, mas também em músicas como Mãe do amor, que tem a letra de Expedito d’Oxossi, e na instrumental Africando.

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