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Reportagem

Moderno em vários eixos

Nos 100 anos da Semana de 1922, um olhar ampliado sobre a construção da ideia de modernismo no Brasil, seus personagens, legado e contradições

TEXTO Luciana Veras

01 de Fevereiro de 2022

A reportagem especial conta com releituras das obras feitas por quatro artistas

A reportagem especial conta com releituras das obras feitas por quatro artistas

Ilustração FIlipe Aca

[conteúdo na íntegra nas edições impressa e digital | ed. 254 | fevereiro de 2022]

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Brasil, 1922: nascem Ivone Lara, Leonel Brizola e Bibi Ferreira. Um terremoto atinge a marca de 5.1 na escala Richter no município paulistano de Mogi-Guaçu. O Partido Comunista Brasileiro  – PCB é fundado em Niterói, no Rio de Janeiro, estado onde meses depois estoura a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana, levante ligado ao Movimento Tenentista e à insatisfação contra a alternância entre São Paulo e Minas Gerais na presidência do Brasil. Sentado na cadeira de chefe de estado do país está o paraibano Epitácio Pessoa, filiado ao Partido Republicano Mineiro e, portanto, eleito pelas hostes da República Velha ou a República do café com leite. Em 6 de setembro, ele assina o decreto que oficializa a letra do hino nacional brasileiro, composta por Osório Duque Estrada, e no dia seguinte inaugura a exposição internacional do Centenário da Independência, no solo fluminense da então capital federal. “Fulguras, ó Brasil, florão da América/Iluminado ao sol do Novo Mundo!”: o ufanismo está no ar.

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