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Curtas

Revista Continente é indicada ao Prêmio da ABCA

Fomos escolhidos entre os veículos que se destacaram, em 2017, pela difusão das artes visuais, segundo a Associação Brasileira de Críticos de Arte

TEXTO Revista Continente

16 de Março de 2018

Abertura do especial de capa de novembro de 2017, sobre arte negra brasileira

Abertura do especial de capa de novembro de 2017, sobre arte negra brasileira

Imagem Reprodução

A revista Continente está entre os indicados ao prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Arte/ABCA. Publicação mensal da Companhia Editora de Pernambuco – CEPE, em circulação desde 2000, a Continente é uma das três finalistas do Prêmio Antônio Bento, categoria destinada à difusão das artes visuais na mídia. Os demais indicados são a revista Dasartes e a Rádio USP.

De acordo com as informações divulgadas pela ABCA, os selecionados são escolhidos a partir das indicações que cada um dos 150 associados da entidade, fundada nos anos 1950, envia para validação em assembleia geral. O anúncio dos vencedores será feito em 18 de abril e a entrega da premiação se dará em 22 de maio, em São Paulo, com troféu criado pela artista Maria Bonomi.

Para Adriana Dória Matos, jornalista, professora universitária e editora da Continente, “um prêmio é uma presença, um prêmio é um presente”. “Estar entre as indicações ao prêmio de difusão das artes visuais na mídia da ABCA significa que estamos nos fazendo presentes numa área de produção artística no Brasil tão forte e significativa e, ao mesmo tempo, carente de público, de compreensão e apreço num escopo mais amplo que o do público assíduo e especializado. Nós, equipe da revista Continente, acreditamos nessa necessidade, no olhar atento, crítico e também empático à produção em artes visuais contemporâneas. Hoje, por todos os motivos políticos e sociais, esse tipo de cobertura crítica da mídia se faz urgente. Por isso, estamos presentes”, observa.

A premiação foi criada em 1978 com foco exclusivo nas artes visuais. Entre as dez categorias (veja a relação completa abaixo), estão artista contemporâneo, crítico de arte e exposição. Há outros pernambucanos entre os indicados: o artista Bruno Faria, o curador Moacir dos Anjos, a curadora Joana D'Arc e o projeto Usina de Arte.

Confira no site alguns dos nossos textos relativos a essa difusão de artes visuais publicados na seção Portfólio e outros conteúdos especiais, como a cobertura da Documenta de Kassel, em 2017, e o especial de capa sobre produção visual dos artistas negros no Brasil.

Todas as indicações:

- Prêmio Gonzaga Duque (crítico associado pela atuação durante o ano):
Cauê Alves
José Armando Pereira da Silva
Luiz Camillo Osório

- Prêmio Sérgio Milliet (crítico por pesquisa publicada):

Fernando Cocchiarale
, André Severo e Marilia Panitz – Artes Visuais, Coleção Ensaios Brasileiros Contemporâneos, São Paulo, Edição Funarte, 2017

Mario Ramiro 3nós3: Intervenções Urbanas, São Paulo, Editora Ubu, 2017

Diego de Matos e Guilherme Wisnik Cildo estudos, espaços, tempo, São Paulo, Editora Ubu, 2017

- Prêmio Mario Pedrosa (artista contemporâneo):
Bruno Faria
Rivane Neuenschwander
Rosana Paulino

- Prêmio Ciccillo Matarazzo (personalidade atuante no meio artístico):
João Figueiredo Ferraz
João Moreira Salles
Pedro Mastrobuono

- Prêmio Mário de Andrade (crítico de arte pela trajetória – filiado ou não):
Icleia Cattani
Lígia Canongia
Moacir dos Anjos

- Prêmio Clarival do Prado Valladares (artista pela trajetória):
Anna Maria Maiolino
Carmela Gross
Nicolas Vlavianos

- Prêmio Maria Eugênia Franco (curadoria pela exposição):

Gabriel Pérez-Barreiro e Michelle Sommer, curadores da exposição Mario Pedrosa - De la naturaleza afectiva de la forma, Museo Reina Sofía, Madri, 2017

Joana D’Arc pela curadoria da mostra Daniel Santiago em dois tempos, MAMAM, Recife, 2017

Regina Teixeira de Barros pela curadoria de Anita Malfatti: 100 anos de arte moderna, MAM, São Paulo, 2017

- Prêmio Rodrigo Mello Franco de Andrade (instituição pela programação e atividade no campo da arte):

Bienal Internacional de Curitiba
Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia
Usina de Arte de Pernambuco

- Prêmio Paulo Mendes de Almeida (melhor exposição):

Amélia Toledo – Lembrei que esqueci, apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, 2017

Histórias da sexualidade, no Museu de Arte de São Paulo, MASP, 2017

Levantes, apresentada no SESC Pinheiros, São Paulo, 2017

- Prêmio Antônio Bento (difusão das artes visuais na mídia):
Revista Continente
Revista Dasartes
Rádio USP

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